Saúde Emocional Baseada Em Evidências Científicas

Metodologia Objetiva de Diagnóstico e Avaliação + Protocolos de Tratamento

Nossos diferenciais são planos de atendimento que garantem um acompanhamento mensal regular e uma metodologia inovadora de avaliação que permite maior clareza no diagnóstico e nas avaliações de evolução.

A Mentalme nasceu com objetivo de levar ao maior número de pacientes um atendimento em saúde mental de excelência, sistematizado e baseado nas mais robustas evidências científicas.

Entenda por que a metodologia da Mentalme é diferente de todas as outras

A metodologia de tratamento Mentalme surgiu da observação de que a maior parte dos tratamentos em saúde mental e psiquiatria sofrem com a falta de parâmetros objetivos de avaliação. Sem pontos objetivos onde se apoiar, o médico precisa tomar condutas baseando-se apenas me informações subjetivas e vagas.

Mentalme nasce com um propósito: trazer para a prática clínica diária as mesmas ferramentas utilizadas nas pesquisas científicas que desenvolvem os tratamentos. Com parâmetros objetivos de diagnóstico e avaliação, os protocolos e diretrizes são mais fáceis de serem seguidos e os tratamentos apresentam um resultado mais satisfatório.

A maioria das áreas da medicina definem seus protocolos a partir de pontos de corte em exames de sangue ou de imagem. Ao contrário destas áreas, a psiquiatria trata do órgão mais complexo do corpo. O cérebro só passou a ser intensivamente estudado a partir da década de 90. Até então, o pouco que se sabia sobre esse órgão era restrito a sua anatomia ou processos fisiológicos e patológicos básicos.

Desde o advento da neurociência, o mundo passou a conhecer melhor o funcionamento do cérebro. Desde então, muito se evoluiu nos tratamentos. Hoje, doenças graves cujos pacientes precisavam ser internados de forma permanente em manicômios são tratadas e muitos pacientes podem levar uma vida normal, produtiva e feliz.

Muito se estudou e se conheceu sobre o desenvolvimento e sobre o tratamento dessas doenças. Entretanto, apesar de todo esse conhecimento, a neurociência e a psiquiatria ainda seguem avançando no desenvolvimento de tecnologias para diagnóstico.

Renomados psiquiatras, aqueles que cobram fortunas por seus atendimentos, guardam um segredo responsável por boa parte do sucesso de seus tratamentos: conhecem uma forma de utilizar parâmetros objetivos de avaliação em saúde mental. Esse conhecimento é adquirido por esses profissionais através de atuação e envolvimento com a Pesquisa Científica. Geralmente, estes profissionais fazem parte de centros de pesquisa e por isso aprenderam a usar as ferramentas utilizadas em pesquisas para determinar diagnóstico e fazer avaliações de forma objetiva e sistematizada.

Para entender que forma de avaliação é essa, precisamos entender o conceito de doença mental. A diferença entre uma reação normal da vida de um problema de saúde é a presença de um conjunto de alterações de funcionamento do organismo: um conjunto de “sinais” e “sintomas”. Chamamos isso de síndrome.

A depressão, por exemplo, se diferencia da tristeza comum pela persistência por mais de duas semanas de alterações em diversas funções controladas pelo cérebro como sono, apetite, velocidade e flexibilidade de pensamentos, modulação e reatividade emocional, energia, vontade, controle dos impulsos, entre outros.

Para se chegar a um diagnóstico, as ferramentas utilizadas em pesquisa científica pesquisam de forma ativa os sintomas, como se iniciaram, como se combinaram e se desenvolveram os sintomas. Com esse tipo de avaliação é possível identificar padrões ou arranjos sindrômicos a partir dos quais se estabelecem hipóteses de diagnóstico.

Da mesma forma, avaliando quais os sintomas e suas intensidades, é possível estabelecer uma quantificação de gravidade para o quadro. Essa avaliação é importante pois é ela quem determinar se serão realizados ajustes ou não no tratamento. Com essas avaliações, é possível até predizer se há risco de recidiva do quadro.

O tratamento farmacológico tem 3 fases principais, conforme você observa no diagrama acima. Entenda melhor cada fase:

Fase de Recuperação

A primeira fase leva de 3 a 12 meses dependendo da natureza e da gravidade do quadro. Essa primeira fase do tratamento tem como objetivo buscar a diminuição de todas as alterações de funcionamento provocadas pela doença como regularizar o sono, equilibrar as emoções, o apetite, entre outros sintomas. Nos primeiros dias é comum o paciente apresentar efeitos de adaptação ao tratamento como enjoos, tontura e um pouco de sono, mas sempre toleráveis e sem provocar limitações das atividades.

Fase de Consolidação

Assim que todos os sintomas estiverem controlados, entramos na segunda fase do tratamento. Essa fase do médio prazo é determinante para o resultado do tratamento no longo prazo, no resto da vida do paciente. Ela é de grande importância para consolidação da melhora obtida na primeira fase. Tem duração que varia entre 6 meses a 2 anos, também dependendo da gravidade do quadro, do grau de recuperação que se atingiu e do tempo que levou para se conseguir essa recuperação na primeira fase.

Fase de Manutenção

Na terceira fase do tratamento, dependendo do diagnóstico, podemos interromper o tratamento. Quadros benignos, como crises leves de ansiedade, episódios únicos sem cronicidade e que iniciaram tratamento logo após o aparecimento dos sintomas podem retirar o tratamento gradativamente de 30 e 90 dias. Quadros graves, com episódios recorrentes, alto risco de recaída e que demoraram para chegar a uma melhora tem indicação de tratamento preventivo para evitar que ocorram novas crises.

O que esperar de um tratamento em saúde mental?

O primeiro passo em uma avaliação em saúde mental é determinar quanto da queixa do paciente se compõe de “doença” e quanto se compõe de “coisas da vida”.

Separar o problema de saúde, dos problemas da vida é essencial para acertar as expectativas com o tratamento e determinar exatamente o que deve ser tratado farmacologicamente e o que deve ser abordado com psicoterapia.

Problemas de saúde são tratados com medicamento e mudanças de habito e estilo de vida. Problemas da vida, são abordados buscando ressignificar esses problemas, ou seja, compreendê-los por outro ponto de vista.

A psicoterapia também tem um papel importante de suporte ao tratamento farmacológico, ajudando no entendimento dos problemas de saúde e colaborando em estabelecer metas e objetivos nas mudanças de hábitos e desenvolvendo comportamentos e reações mais maduras e elaboradas aos eventos estressores.

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